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A Liga dos Campeões evoluiu da antiga Taça dos Clubes Campeões Europeus, é uma competição organizada pela UEFA com os clubes mais prestigiados da Europa. É o troféu mais prestigiado do desporto europeu. Antigamente, apenas o campeão de cada liga nacional podia participar na competição; contudo isto foi mudado em 1997 com o fim de deixar os seguintes classificados das ligas mais fortes participarem também. O título já foi ganho por 21 clubes diferentes, o Real Madrid é o recordista, vencendo a competição por nove vezes.
1955 a 1960 – A primeira era do Real Madrid
O Real Madrid dominou as cinco primeiras edições, a equipa que era conduzida por Alfredo Di Stefano, Ferenc Puskás, Francisco Gento, Luis del Sol e José Santamaría venceu as cinco finais confortavelmente. Enquanto este se tornava definitivamente o maior, Manchester United e muitos clubes Itália ofereciam pouca resistência durante a década de 1950. Entretanto os fatores combinados de 1958, Desastre aéreo de Munique e o estilo ortodoxo e cavaleiro do Real jogar resultaram numa pouca competitividade para derrotarem esta equipa.
Esta final foi o culminar de uma era, com a conquista por parte do Real Madrid da sua quinta final da ”’Liga dos Campeões”’, na Escócia, Hampden Park. O Real Madrid venceu claramente o Eintracht Frankfurt da Alemanha Ocidental, por 7-3. Este jogo foi transmitido na televisão pela BBC e Eurovision e com uma assistência de 135.000 espectadores, continua a ser a maior assistência de sempre numa final da Liga dos Campeões.
1961 a 1966 – Benfica e os rivais de Milão dominam, embora o Real Madrid vença a sexta vez
O domínio do Real Madrid chega ao fim através de seu maior rival doméstico, o Barcelona, na primeira fase do torneio de 1961. O Barcelona foi até à final nesse ano no Wankdorf Stadion em Berna, na Suíça, onde foi derrotado pelo Benfica. O Benfica, capitaneado pelo avançado José Águas, tendo como líder no meio-campo Mário Coluna, que juntamente com Eusébio, na época seguinte, defenderam o troféu vencendo o Real Madrid 5×3 na final no Estádio Olímpico de Amsterdão, num dos jogos mais incríveis da história da Champions League. O Benfica, vindo de Portugal, país que ainda possuía à data uma vasta população devido às suas possessões coloniais, conseguiu supreender o Mundo numa fantástica corrida ao título de campeão Europeu de clubes, assim o maior clube português tornou-se num dos 11 clubes lendários classificados pela FIFA.
O Benfica chega então à sua terceira final consecutiva em [[1963]], mas desta vez perde a primeira de duas finais para o Milão. Esta grandiosidade do Benfica evoluiu o futebol interno em Portugal, dando assim a selecção Portuguesa condições de chegar ao terceiro lugar no Mundial composta toda pelos carismáticos jogadores do plantel do Benfica, alguns nascidos nas colónias portuguesas, que vieram a fazer parte da equipa titular no Mundial de 66… Mas quem dava nas vistas nos anos seguintes era o rival do Milão, o Inter que venceria o troféu em 1964 e 1965 ganhando ao Real Madrid e ao Benfica, respectivamente. A meia final de 1965 foi memorável devido a controvérsia entre o Inter e o Liverpool, que resultou em alegados subornos e o resultado combinado para a equipa italiana a jogar em San Siro vencesse por 3 a 0.
Esta era foi terminada pelo Real Madrid, que desta vez levou a melhor sobre o Inter na meia final de 1966. O outro finalista foi o Partizan de Belgrado que saiu derrotado por 2-1 no estádio Estádio Rei Baudouin, em Bruxelas. O Real conquista assim a sua sexta final da Taça dos Campeões, da qual apenas Francisco Gento jogou todas as finais.



